Equipe Esthetic Group

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terça-feira, 4 de novembro de 2014

ARTIGO CIENTÍFICO

TÉCNICA DE MICROABRASÃO EM ESMALTE COM FLUOROSE - CASO CLÍNICO UTILIZANDO DOIS TIPOS DE PASTAS 



   Fluorose é uma doença que tem como principal característica a presença de manchas brancas sobre a superfície do esmalte, essas manchas geralmente são causadas pela ingestão de altas doses de fluoretos através de água fluoretada, dentifrícios e soluções de bochechos durante o crescimento dos germes dentários.

   Muitas vezes essas manchas podem gerar um desconforto estético, uma das técnicas para sua remoção é o tratamento de microabrasão.

   A microabrasão do esmalte é um tratamento altamente efetivo e conservador. O processo consiste na recuperação imediata do aspecto estético do dente através da aplicação de uma substância abrasiva com pontas específicas sobre a superfície do esmalte. Este tratamento apresenta algumas vantagens: por ser um procedimento não invasivo ele resulta em um desgaste mínimo da superfície da estrutura dental, além desse fator temos também a diminuição da colonização bacteriana, uma vez que a superfície do esmalte fica extremamente lisa.

   Para realizar tal procedimento utilizam-se diferentes materiais, como exemplo o autor cita uma mistura de pedra pomes e ácido fosfórico a 37% na proporção de 1:1 e também produtos como o Micropol da DMC (ácido hidroclorídrico a 6,6% e óxido de silício), o artigo ressalta que a microabrasão pode ser realizada isoladamente ou associada ao clareamento dental.

   O sucesso do tratamento está diretamente relacionado ao tipo e tamanho das manchas e requer domínio completo da técnica.

  Boa leitura!






 

 

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

CURIOSIDADES

VOCÊ SABE DE ONDE VEIO A ESCOVA DENTAL?

   Hoje vamos abordar uma curiosidade sobre um utensílio essencial utilizado na higiene bucal, a escova de dente. 


    Há 3.500 a.C a limpeza dos dentes era realizada através de palitos de ouro,  pedaços de gravetos ou ramos.  Em 3.000 a.C Heri-Ré, considerado o primeiro dentista da história, recomendava a utilização dos dedos para a higienização. Por volta de  1488 surgiu na China um modelo de escova parecido com o atual, era feita de osso bovino ou marfim e com cerdas de pêlo de porco ou de crina de cavalo. Porém foi só em 1857 que a primeira patente de escova dental parecida com as atuais foi registrada!


     Para quem quiser ler a reportagem na íntegra segue a fonte:http://www.portaleducacao.com.br/odontologia/artigos/3313/voce-sabe-de-onde-veio-a-escova-dental


Renata Silveira
monitora Esthetic Group


   

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

ARTIGO CIENTÍFICO

INFLUÊNCIA DA COR DENTÁRIA NO DESIGN DO PREPARO DE FACETAS LAMINADAS DE PORCELANA SOB UMA PERSPECTIVA MINIMAMENTE INVASIVA - RELATO DE CASO CLÍNICO

Autores: Christian Coachman, Galip Gurel, Marcelo Calamita, Susana Morimoto, Braulio Paolucci

  Os autores deste trabalho apresentam uma proposta de aplicação clínica do uso de mock-ups para desgastes precisos das estruturas dentárias na confecção de facetas laminadas de porcelana levando em consideração a cor do substrato dentário em relação ao resultado de cor dentária final que desejamos.

  De acordo com estes autores, laminados de 0,3 mm conseguem esconder substratos de até 2 tons de cor mais escuros do que o resultado final desejado (Exemplo, se o dente é A3 e a faceta desejada é A1, basta uma espessura de porcelana de 0,3mm). Porém, quando desejamos esconder substratos com mais de 2 tons de diferença devemos aumentar a espessura da faceta de porcelana.

  O quanto que devemos desgastar da estrutura dentária a fim de conseguirmos o resultado final é que é um dos grandes obstáculos para que este tratamento continue sendo minimamente invasivo.

  Descubra, com a leitura deste artigo, a proposta destes autores para contornar este tipo de problema mantendo a filosofia minimamente invasiva na confecção de facetas de porcelana estéticas.


 Tenham uma boa leitura.









Prof. Luis Fernando Sant 'anna
Membro Esthetic Group

ARTIGO CIENTÍFICO

AVALIAÇÃO DA DEFLEXÃO DAS CÚSPIDES DE PRÉ-MOLARES RESTAURADOS


Neste artigo científico os autores, por meio de um teste laboratorial, mostraram que dentes posteriores com amplas cavidades tendem a aumentar o potencial para fratura. Através de um ensaio laboratorial, 13 pré-molares extraídos por indicação ortodôntica foram submetidos a cargas oclusais em máquina de ensaio universal. Após, os dentes foram preparados com cavidades MOD com ístimo máximo de 1/3 da distância de ponta de cúspide, restaurados com amálgama e novamente submetidos a cargas oclusais. O último teste consistiu na remoção do amálgama e na restauração dos dentes com resina composta. Novamente os dentes foram submetidos a cargas oclusas.

Os autores chegaram a conclusão que os dentes restaurados com resina composta através da técnica adesiva tiveram seus valores de resistência a deflexão de cúspides muito próximos aos valores dos dentes hígidos e dentes restaurados com amálgama de prata tiveram valores de resistência a deflexão de cúspides abaixo da média e próximo dos valores dos dentes somente preparados.


A explicação encontrada pelos autores é de que o amálgama por não ser adesivo não reforça a estrutura dental, acumulando o stress das cargas e distribuindo-as de maneira irregular pelo dente, levando-o a fratura.

Abaixo segue o artigo na íntegra,

Grande abraço !





André Possebon
               Membro Esthetic Group