Equipe Esthetic Group
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
ACONTECEU
No último módulo, a turma de especialização teve uma aula com o Professor Edwill Cantadori Jr. Ele passou ótimos conceitos nas mais modernas técnicas de manipulação de tecidos moles e deixou claro a grande necessidade da interação Periodontia/Dentística.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Artigo Científico
A partir de hoje, teremos uma nova sessão em nosso blog, a sessão artigos científicos. Os membros de nossa equipe indicarão um artigo científico onde o tema tem implicacoes práticas para o dia a dia clínico.
Relação entre Materiais Dentários e o Complexo Dentino-Pulpar
Autores: Hebling, Josimeri; Ribeiro, Ana P. D; Costa, Carlos A. S
Fonte: ROBRAC;19(48)abr. 2010. ilus.
Artigo recomendado pela Dra. Renata Pavanello - Ex-aluna e monitora Esthetic Group.
Relação entre Materiais Dentários e o Complexo Dentino-Pulpar
Autores: Hebling, Josimeri; Ribeiro, Ana P. D; Costa, Carlos A. S
Fonte: ROBRAC;19(48)abr. 2010. ilus.
Mesmo diante da valorização dos princípios estéticos e mecânicos dos materiais restauradores, os fatores biológicos são de extrema importância para a manutenção da vitalidade do complexo dentino-pulpar e devem ser levados em consideração para se obter o sucesso dos procedimentos clínicos. A dentina e tecido pulpar estão susceptíveis a diversos tipos de agressores que vão desde toxinas derivadas de microrganismos até aqueles originados por preparos cavitários erroneamente executados e materiais dentários tóxicos.
Inicialmente, a polpa reage desencadeando um processo inflamatório que envolve fluido dentinário, odontoblastos, células do sistema imune e suas citocinas inflamatórias, além de neuropeptídeos e quimiocinas. Posteriormente poderá ocorrer resolução do quadro inflamatório, esclerose dentinária associada ou não a formação de dentina reacional ou reparadora. Caso a agressão seja de alta intensidade ou persista por um período longo , poderá ocorrer morte dos odontoblastos com consequente envelhecimento pulpar ou até mesmo necrose desse tecido conjuntivo especializado. Sendo assim, é de extrema importância o conhecimento dos aspectos fisiológicos e patológicos da polpa dentária assim como das conseqüências das intervenções realizadas diariamente na clínica.
Por muito tempo acreditava-se que, as respostas estavam relacionadas à presença de bactérias, desacreditando o fato de que componentes químicos dos matériais restauradores poderiam ter participação direta nessa resposta negativa e essa teoria tem sido negada por investigações que demonstram respostas inflamatórias significantes sem sinal de reparação após a aplicação de determinados materiais, mesmo na ausência de microorganismos.
Outro fato é que componentes químicos de materiais restauradores/forradores são agentes agressores em potencial do tecido pulpar. Esse processo inflamatório estabelece-se em resposta da difusão transdentinária de componentes tóxicos dos materiais como os sistemas adesivos por exemplo, representados principalmente por HEMA E TEGDMA, os quais uma vez em contato direto com as células pulpares, atuam como corpos estranhos e desencadeiam uma reação inflamatória.
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Região
central da polpa de um dente integro.
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Região
central da polpa de um dente onde a polpa exposta foi capeada com sistema
adesivo.
Reação inflamatória, vasos sanguíneos dilatados.
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Dessa forma, o profissional poderá executar uma técnica operatória minimamente agressiva e selecionar materiais dentários adequados para serem utilizados dentro de cada situação clínica específica, visando à manutenção da integridade do complexo dentino-pulpar.
domingo, 2 de setembro de 2012
Caso Clínico
Faceta Cerâmica em IPS e.max Press

| Situação Inicial. |
| Moldagem com silicona de adição e faceta pronta. |
| Faceta já cimentada. |
Caso clínico realizado pelo Dr. André Possebon - Ex-aluno e monitor Equipe Esthetic Group.
domingo, 12 de agosto de 2012
DICAS CLÍNICAS
Escala de Resina Fotopolimerizável Personalizada.

Quando se fala em escala de cores, logo pensamos na famosa escala VITA. O grande problema é que as resinas fotopolimerizáveis não são exatamente iguais às cores da escala, e esse é o problema, se você se basear na escala para escolher a cor que irá utilizar para fazer um restauração de resina foto, provavelmente vai errar a tonalidade a ser usada.
| Escala VITA Original. |
Percebendo isso, os fabricantes tem incluído em seus kits mais novos, escalas de cor feitas à partir de incrementos da própria resina, o que permite que saibamos a cor real da resina após a sua fotopolimerização.
| Detalhe da escala personalizada da nova Charisma Diamond. |
Agora, você deve estar se perguntando, como faço para ter uma escala de cor personalizada da resina que eu utilizo sem ter de gastar comprando uma escala ? Simples, faça você mesmo a sua escala! A seguir os passos para a confecção de uma escala personalizada:
| Você vai precisar de uma colherzinha de plástico para mexer café. |
| Na parte mais côncava, coloque um incremento da resina. |
| Espalhe a resina de forma que ela fique com espessura mais fina na ponta e mais espessa na base. |
| Com o auxílio de um pincel, alise a resina para ter uma boa reflexão de luz. |
| Fotopolimerize e pronto ! Aí está a sua escala personalizada. |
| Não se esqueça de anotar a cor da resina na base da colherzinha. |
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