Equipe Esthetic Group

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domingo, 22 de maio de 2016

DICA CLÍNICA - COMO PROTEGER A LINGUA DURANTE O CLAREAMENTO DENTAL



   Normalmente para realizar o clareamento dental, utilizamos a barreira 

gengival fotopolimerizável para proteger a gengiva e o afastador de lábios 

comum ou multifuncional, para proteção dos tecidos bucais. Mas, hoje vou 

mostrar pra vocês, uma técnica utilizando silicona de condensação para manter 

a língua afastada do gel clareador.



Primeiro passo: manipular o material de condensação e em seguida fazer um 

formato de rolete e colocá-lo sobre os dentes inferiores, de uma maneira que 

chegue até os dentes posteriores. Peça para o paciente morder de leve, de uma 

maneira que fique confortável, sem encostar os dentes superiores com os 

inferiores, e empurrar com a língua a silicona contra os dentes anteriores.






Segundo Passo: recortar a face vestibular, de modo que a face fique livre, sem 

contato com a barreira, para que o gel fique em contato com toda a superfície.




Terceiro Passo:Após o recorte, coloque em posição na boca para verificar a 

adaptação da barreira, como na foto.




Profa. Renata Silveira
membro Esthetic Group
          
Profa. Vanessa Bueno
membro Esthetic Group


        

domingo, 3 de abril de 2016

DICA CLÍNICA - ESCOLHENDO CORRETAMENTE O ISOLANTE PARA RESINA ACRÍLICA (RAQ)



    Trabalhar com resina acrílica, muitas vezes pode gerar algumas dificuldades.

 Reembasar um provisório ou realizar uma modelagem de núcleo, 

procedimentos relativamente simples podem gerar dor de cabeça. Quantas 

vezes depois de reembasar um provisório ele ficou aderido ao preparo por falta 

de isolamento? Ou ainda, ficou com aquela resina em fase borrachóide que não 

polimeriza nunca? Quantas vezes você fez uma modelagem do conduto em 

duralay e o pino quebrou porque ficou aderido ao conduto? Muitas pessoas 

preferem até moldar o conduto com silicone, só para não enfrentar esse tipo de 

problema. E já sabemos que a modelagem apresenta uma distorção muito 

menor e um maior índice de sucesso.
   
   O Isolamento correto do preparo permite que estes incidentes sejam evitados 

e melhora o rendimento de seu trabalho. Muitos profissionais aprendem a 

utilizar a vaselina líquida e sólida como isolante, e esta, por ser oleosa dificulta a 

polimerização da resina e no caso de modelagem de conduto nem sempre 

conseguimos uma proteção em toda sua extensão por não ter escoamento 

adequado.
   
  Uma excelente opção para o isolamento dos preparos é o lubrificante a base 

d’água, sua fómula é neutra e não interfere na polimerização da resina. Ainda 

podemos acomodá-lo em uma seringa e realizar facilmente o isolamento de 

condutos na modelagem do núcleo em duralay.








   
  Uma outra dica, o lubrificante a base d’água ainda pode exercer a função do 

oxyguard que isola a última camada de dispersão da resina do oxigênio, para 

que haja a sua total polimerização em casos onde você não quer remover esta 

última camada com brocas para realizar o acabamento apenas com discos e 

borrachas. Evita a formação daquela camada pastosa que dificulta o polimento.




                  
                     Profa. Luciana Neves
                       membro Esthetic Group
Profa. Vanessa Bueno
Coordenadora Esthetic Group


domingo, 13 de março de 2016

CASO CLÍNICO - LENTES DE CONTATO E COROAS METAL FREE EM E.MAX


  Apresentamos hoje o caso clínico realizado pela Dra. Amanda Vieira Souto, aluna do nosso curso de Especialização em Dentística com ênfase em Odontologia Estética

  O paciente chegou na clínica da Faculdade muito insatisfeito com o sorriso e se queixando muito do aspecto dos dentes anteriores. Após a avaliação clínica e radiográfica observamos que o paciente apresentava tratamento endodôntico nos dentes 11 e 21, com os 4 incisivos superiores amarelados e com restaurações extensas e manchadas.

  Após o enceramento diagnóstico e rock-up para definição do tamanho e proporção dos dentes anteriores, foi realizado o clareamento dental, colocação de pino de fibra nos dentes 11 e 21 , preparo para coroas E.max e instalação de coroas provisórias.

FOTO INICIAL - SORRISO

FOTO INICIAL - CLOSE

FOTO INICIAL - PALATINA


FOTO INICIAL 


TOMADA DE COR PARA O CLAREAMENTO


INSTALAÇÃO DO PINO DE FIBRA


PREPARO PARA COROAS E.MAX NOS DENTES 11 E 21

COROAS PROVISÓRIAS EM POSIÇÃO

   Neste momento já temos definido o tamanho dos incisivos centrais e realizamos o preparo, a moldagem e cimentação  das lentes de contato dos dentes 12 e 22.


PREPARO PARA LENTES DE CONTATO

LENTES DE CONTATO E.max
 
LENTES DE CONTATO DENTES 12 E 22





LENTES DE CONTATO EM POSIÇÃO


    Após a cimentação das lentes de contato dos incisivos laterais, foi realizada a moldagem e instalação das coroas totais em E.max .
COROAS TOTAIS E.max





COROAS DOS INCISIVOS CENTRAIS CIMENTADAS


CASO FINALIZADO


CASO FINALIZADO


CASO FINALIZADO





 

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

ARTIGO CIENTÍFICO



Influência da limpeza ultrassônica de cerâmicas odontológicas pós-condicionamento na resistência de união de um cimento resinoso


Wladimir Franco de Sá Barbosa, Oswaldo Scopin de Andrade, Thaiane Rodrigues Aguiar, Glaucia Ambrosano, José Carlos Romanini, Marcelo Gianini

Com os avanços na Odontologia, foi possível o desenvolvimento de coroas puras de porcelana. Porém, o seu emprego no dia a dia clínico foi prejudicado pelo alto índice de falha adesiva. No entanto, com a adição de óxido de alumínio às cerâmicas, estas ganharam propriedades mecânicas, permitindo seu uso sem uma infraestrutura metálica.

As cerâmicas são materiais compostos por duas fases diferentes, uma cristalina, composta por cristais de alumina, leucita e zircônia, e outra vítrea, formada por feldspato de potássio, vidro e óxido de alumínio. A adesão entre cerâmicas feldspáticas, reforçada por leucita ou à base de disilicato de lítio e os cimentos resinosos se baseia no condicionamento com ácido fluorídrico, seguido da aplicação do agente silano.

O objetivo desse artigo foi avaliar o efeito da limpeza ultrassônica desses dois tipos de cerâmicas condicionadas com ácido fluorídrico na resistência de união de um cimento resinoso. 

Para isso foram selecionadas placas de cerâmicas reforçadas por leucita e à base de disilicato de lítio nas dimensões de 10 mm de comprimento, 5mm de largura e 1mm de espessura. As superfícies das cerâmicas foram condicionadas com ácido fluorídrico a 10% por 60 segundos as amostras à base de leucita, e as de dissilicato de lítio por 20 segundos. Em seguida foram lavadas com água por 1 minuto, e algumas foram colocadas na cuba ultrassônica. Em todas as amostras foi aplicado o agente silano, seguido do adesivo, e do cimento resinoso sobre a superfícies das cerâmicas. 


De acordo com o ensaio de microcisalhamento, Análise de Variância e teste de Tukey, houve um aumento na resistência de união entre o cimento resinoso e as duas cerâmicas testadas, com a limpeza ultrassônica após o condicionamento com ácido fluorídrico.





























Profa. Renata Silveira
membro Esthetic Group